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sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

Na contramão

Cada vez me sinto mais na contramão do mundo.

Será que é o mundo que está mudando ou sou eu? Sei que eu mudo a cada dia e o mundo também, e eu gosto disso. Acredito que a cada amanhecer somos uma pessoa nova.

Muitas vezes penso que, voltar pro simples e pro natural faz mais sentido a cada dia.

Percebi que meus textos e minhas filosofias da rotina de mãe, de mulher, de ser humano foram se esgotando pouco a pouco depois que voltei a trabalhar ao fim da licença maternidade do meu menininho que hoje tem quatro anos.

Percebi o quanto é difícil equilibrar a mulher mãe com a mulher profissional, com a mulher mulher. O tempo em que hoje vivemos, as pessoas e as organizações exigem tanto de você que o você quase some... fica somente uma pequena fagulhazinha lá no fundo da caverna que não percebe que está morrendo e, se percebe, não tem forças pra lutar e pra reacender.

Somos engolidos pelos modos e costumes, pelos padrões, pelos queros, pelos egos, pelos precisos, pelas modas. Não digo que tudo isso não seja importante e  gostoso, o problema é que não temos medida pra deixar isso acontecer. Preferimos ficar doentes com mais do que felizes com menos.

Esses dias vi um meme de facebook e até repliquei, dizendo que nenhum CNPJ vale um avc. E não vale mesmo. Vale perder a comemoração de familia ? Vale perder a reunião escolar ? Vale deixar o filho com febre na escola um pouquinho mais pra terminar a tarefa ? Vale desmarcar o médico por causa da reunião que a empresa marcou ? Vale perder horas e horas de vida pra chegar num local mais longe de trabalho num cargo melhor ? Vale perder o evento da igreja porque chegou uma demanda de última hora ? Vale ?

Prego pelo equilíbrio e pelo respeito ás prioridades. Acho bom e saudável produzir, ver os frutos do seu trabalho e ver sua utilidade pros outros e pra sociedade, contribuir com o orçamento do lar... mas sonho com o dia em que eu e você conseguiremos nos respeitar e fazer valer nossas prioridades. Resgatar os prazeres nas coisas bem simples e fazer delas nossa rotina.

Que eu consiga me resgatar e você também!

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Mamãe S/A

Depois de um loooongo jejum de DUAS semanas sem dar as caras por aqui, cá estou eu !! Eeebaaa !!!!

Agora gente, sou uma mulher que trabalha fora ! Não sou mais somente esposa, filha, mamãe e dona de casa. Estou acumulando mais funções na minha vida. Além de pensar no meu bebezote o dia inteiro, o que me faz suspirar de saudade a cada segundo, também sou obrigada a tirar um tempinho pra pensar no trabalho. E já adianto pra mulherada e pra homarada que não é fácil não minha gente, precisa de uma dose extra de pó de guaraná pra aguentar o dia com um pique 200% em alta. O bom nisso tudo é que a gente sempre descobre umas coisas novas nessas aventuras meio desventuras. E nos meus momentos de lavar a louça, de lavar o cabelo ou simplesmente de colocar o botão em "off" com aquele cliente que fala duas horas sem parar dei mais uma das minhas viajadas.

Ser mãe, dizem que é padecer no paraíso. Agora, a moda da vez, é dizer que ser mãe também é uma profissão. Mas eu vim aqui desbancar essa última e dizer para você mamãezinha, pode tirar o cavalinho da chuva pois ser mãe não é uma profissão coisa nenhuma. Pode parar de falar isso por aí que eu vou te ensinar o que dizer daqui pra frente.

Ser mãe é se tornar uma verdadeira organização S/A !!! Isso mesmo !!! Não pense, cara mamãe, que você agora tem apenas um diploma de fralda sujas nas mãos. Nããããooooo ... Você se tornou uma verdadeira acumuladora de profissões !! Nem o bombril é páreo para você !!!

Num dia desses você era apenas uma jovenzinha sem experiência almejando um belo cargo nessa organização tão importante. Agora, se tornando você mesma uma Mamãe S/A, pode se orgulhar das seguintes profissões:
- Sentinela e vigilante noturna de suas proles sem troca de turno;
- Fazedora de papinhas, suquinhos e mamadeiras;
- PhD tiradora de manchas de roupinhas e babadores;
- Animadora 24h de bebês incansáveis;
- Dubladora de mais de 1.000 vozes diferentes para histórias infantis;
- Lavadeira na mão e passadeira do avesso de roupinhas infantis;
- Doutora diagnosticadora de doenças por meio dos diferentes tipos de tosses, remelas, espirros e vômitos;
- Doutora gastroenterologista analisadora dos diferentes cheiros e aspectos dos alimentos nos cocôs (e nos vômitos);
- "Mãe Diná" previsora de acidentes, engasgos, cabeçadas, tombos e mordidas (e vômitos);
- Perita expert em detectar como perigosíssimas armas se camuflam em objetos inocentes na sua casa;
- Compradora de bugigangas;
- Armazenadora de bugigangas em lugares onde não tem espaço para bugigangas;
- Jogadora no lixo de bugigangas a fim de conseguir espaço para novas bugigangas;
- Ensinadora e estimuladora de peripécias;
- Controladora de peripécias;
- Controladora de relógios que estranhamente vivem atrasados depois da chegada dos filhos.

Fora essa lista, tem mais um monte de cargos. Pode passar no seu RH e escolher alguns para você pois na Mamãe S/A você é terminantemente proibida de ser contratada para um único cargo. Quanto mais cargos você tiver, melhor fica.

Uma pena que o RH não tem autonomia para agendar as folgas, emendas de feriados e férias para você. O que o RH vai fazer é encher a sua cabeça de criatividade (pode dar um pouco de pó de guaraná também) para que você consiga alguns preciosos segundos de descanso consigo mesma que valerão por muitas férias quando você conseguir.

Ah, tem o salário também. O salário é muito bom nesse mercado de trabalho. Eu sei que é feio abrir holerite na frente dos outros mas o meu eu vou abrir aqui na sua frente.

O meu salário é aquele sorrisinho por ora de um mini dentinho só, junto com os bracinhos abertos e uma gargalhadinha dada de graça na hora em que eu chego depois de ter enfrentado um dia corrido de trabalho na rua, alguma dor de cabeça e um pouco de trânsito. Meus pagamentos pelas horas extras que serão trabalhadas são aqueles abracinhos agarrados de quem não quer me soltar por nada nesse mundo, como se as horas de ausência tivessem se transformado em muitos anos longe de mim.

Presidente da Mamãe S/A,
o Sr. Dr. Luís Gabriel
E todos os gritinhos, chorinhos, arremessinhos de brinquedos pro alto, as muitas gargalhadinhas, os dá-dás , as manias engraçadas, me fazem sentir muita saudade mas também me consolam e me fazem esquecer que a alguns minutos atrás estávamos tão longe.

Não sei o que vai acontecer com a meu trabalho externo amanhã. Muitas coisas podem mudar o meu futuro lá fora. Hoje eu sei que sou a vice-presidente da Mamãe S/A, o presidente dessa organização tem apenas 7 meses e ele que coordena os negócios. Ele mostra para cada uma das profissionais acima o quanto de preparo é necessário para que a organização e seu mini presidente cresçam e se desenvolvam fortes e felizes !

terça-feira, 26 de junho de 2012

Borboletas x Lagartas

Hoje foi um dia muito difícil para mim.

Pela quarta vez vi os planos para minha vida mudarem em questão de minutos ou horas. Agora está assim e  daqui a pouco não está mais.

Hoje não vou escrever ironias ou fazer piadas de mim mesma pois meu coração está triste e a mim só resta desabafar. É um texto de chorumelas.

Quem é mãe sabe o que estou sentindo quando pensa na dor da separação de seus filhos. Seja por uma hora ou seja por um dia. Se você é mãe seu pensamento vai ficar dividido assim como seu coração. E isso não significa que você deixou de ser você mesma. Não... É como eu já disse aqui mesmo sobre as borboletas, elas são lagartas feias e, com alguns dias e um pouquinho de paciência... Tchã-ran Lá sei vai um lindo bichinho colorido, batendo suas asas, livre, ganhando o mundo, transformado.

Amanhã vou viver o dia que faz muitas mães chorarem, que é a volta ao trabalho. Você pode me dizer que  milhares de pessoas no mundo deixam seus filhos aos cuidados de outros para conquistar o pão de cada dia. Eu concordo.

Você pode me dizer que milhares de pessoas no mundo são criadas assim (eu fui uma delas), não morreram,  não viraram marginais e são muito felizes. Eu concordo.

Você pode me dizer que milhares de pessoas no mundo ainda passarão por isso e a vida vai seguindo assim. Eu concordo.

Você pode me dizer que vai passar. Eu concordo.

Sei que meu bebezinho terá o melhor cuidado que poderia haver no mundo depois do meu, que é o das avozinhas. Sei que ele vai ficar feliz, bem alimentado, vai sociabilizar e mais um monte de coisas legais. Não tenho dúvida disso. Porém o que me entristece começa com uma simples continha de matemática, veja só: Se meu bebezinho gosta de dormir em média de 10 a 11 horas por noite (período esse que eu também estou dormindo ou cuidando de assuntos "do lar", convenhamos), se eu vou ficar em média 11 horas distante somando tempo de trajeto e horário de trabalho, sobram quantas horas para que eu possa cuidar, brincar, educar, dar bronca, alimentar, ninar, ver o desenvolvimento e fazer mais um monte de coisas com o bebezote ? É fácil essa conta não é ? E é essa conta simples que me estranha. Me estranha saber por outra pessoa que ele deu seus primeiros passos. Me estranha saber por outra pessoa que ele falou suas primeiras palavras. Me estranha saber que os papéis estão invertidos e que agora eu fico com ele o tempo que uma pessoa que nos visita ficaria. Me estranha saber que meus finais de semana serão a principal parte da nossa história por enquanto.

Confio muito que Deus e sei que Ele olha nosso coração e que guia nossa vida quando entregamos à Ele nossas vontades e nossos planos. Ele me diz que todas as coisas contribuem para o bem dos que amam a Deus. Então, mesmo muito jururuzinha eu vejo coisas positivas nisso tudo. A primeira é que só Deus pode ver meu futuro e saber que essa minha volta ao trabalho, da forma que está acontecendo, será o melhor para minha família agora e que num futuro próximo ou distante, não sei, mas isso será de grande valor. Outra coisa é poder nesse momento ouvir palavras tão sábias e de acalento vindas do meu marido, do meu pai, da minha mãe, da minha sogra, de amigos muito próximos... Saber que as pessoas estão com o coração junto ao meu traz muito conforto.

Tudo tem seu tempo de maturação. Minha nova realidade, logo estará maturada em minha mente. Vou me dar o direito de chorar essa tristezinha agora mas sei que daqui um, dois, sete dias ela se transformará numa sensação de conformidade e aceitação disso tudo. Não sou de me trancar no quarto e achar que o mundo acabou. De jeito nenhum. Vou lavar meu coração agora o quanto precisar e então desempenharei meu papel como profissional da melhor maneira possível, já que Deus está me dizendo: filhinha ainda não é a hora, aguenta mais um pouco que eu estou te preparando algo especial.

Sei que vai ter um momento que o meu desejo agora frustrado de poder dedicar mais tempo à minha família acontecerá. De cuidar dos meus meninos, do meu menino grande que está bravamente enfrentando tudo o que compõe essa ópera junto comigo e do pequeno que só precisa realmente que cuidemos dele, e quero ter mais tempo de cuidar deles como realmente cada um merece. E cuidar de mim.

Daqui a pouco passa esse mal estar e sei que vou sair transformada disso tudo em algum ponto da minha personalidade, do meu caráter e principamente da minha fé no meu Deus que cuida tão bem de mim e que me ama tanto a ponto de me permitir ver nitidamente que Ele está guiando minha história. E sei que vou sair transformada desse episódio para muito melhor.

E hoje, depois de ficar com o coração apertado ganhei uma caneca de Deus! É... como um mimo para ajudar a me animar. Da mesma forma que uma mãe e um pai trazem um presentinho pro filho que machucou a perna na rua ou que tomou injeção. Entrei, sei lá porquê, numa loja que não ia entrar e vi uma linha de canequinhas e pratinhos infantis com o tema do Pequeno Príncipe e logo me lembrei do meu bebezinho que é o meu pequeno príncipe. Comecei a olhar com interesse pensando em qual daqueles objetos eu poderia levar pro meu principezinho sem o risco de quebrar já que nada era de plástico. Aí que me deparei com uma frase numa canecona bem grande que, ao meu ver, não é necessariamente de uso infanto-juvenil.




"É preciso que eu suporte duas ou três lagartas se quiser conhecer as borboletas".
(Antoine de Saint-Exupéry)


Precisa de moral da história ?

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Minha história de criar com apego (Attachment Parenting)


Hoje posso dizer com certeza que o bichinho com o qual mais tenho me assemelhado é a borboleta. Acho que é o bichinho que mais traduz a beleza da transformação que o ser humano vive diariamente. E muita gente acha que é vergonhoso mudar seu pensamento hoje ou amanhã. Princípios e valores morais não devem ser alterados mesmo, mas nossa vida é repleta de pequenas decisões todos os dias que podem direcionar nosso futuro para aqui ou ali e eu me sinto muito feliz em dizer que eu mudo todos os dias buscando melhorar e criar um ambiente melhor ao meu redor.

Todos nós trazemos referências de pater/maternidade de nossa infância e de algumas construções à partir do convívio em sociedade. Antes de ser mãe de fato, a mãe que eu idealizava em mim era muito diferente. Era cheia de regras, regras duras, de limites, de espaços bem definidos de onde pisar. Como se fosse uma fórmula mágica !

Hoje eu só posso dizer:  rá, rá, rá.... Aquele primeiro chorinho na maternidade já veio me "quebrando as pernas" e quase tudo aconteceu de um jeito que eu nem imaginava ! Quase tudo mesmo !!

Ainda me lembro, com muito arrependimento que, quando chegamos em casa já fui logo tentando treinar meu recém nascido de 5 dias a dormir sozinho, a não chorar fazendo manha, a não ficar muito no colo pra não mau acostumar, a mamar nos horários certos... Parece ridículo, não é ? Como uma criancinha de 5 dias fora da barriga vai entender tudo isso ? Ela não tá nem conseguindo entender o que está acontecendo pois, onde está aquele lugar quentinho e quietinho ? Por que eu consigo me esticar todo? Por que eu sinto frio e calor (quando será que ele vai aprender o que é frio e calor)? Existe uma avalanche de adaptações para esse mini ser humano em novas terras e eu preocupada com o horário de Brasília, é isso ?

Graças à Deus que toca o nosso coração na medida e hora certa. Como diz uma prima: A melhor apostila da mãe é a do coração. Aliado isso à quantidade de informações que hoje temos, a lagartinha começou a querer criar asas mais uma vez.

Comecei a perceber que, se meu pequeno bebezinho chora, é porque ele não está entendendo nada coitado ! Ele não sabe dizer: Ô dona, você que me guardava aí na sua barriga, façavor de me explica o que que é isso aqui ? Ele só sabe verbalizar chorando... você já tentou dizer algo à alguém que não quer te ouvir, seja no trabalho ou na família ? É horrível... E por que eu deveria submeter essa criaturinha indefesa a isso ?

Se eu já senti medo começando num trabalho novo e fiquei feliz em encontrar alguém conhecido, o que dirá meu bebezinho que está em um "país" totalmente diferente do que ele conhecia e que só conhece a mim e ao papai. Eu não devo então acalentá-lo ?

E outra, bebezinho chora... qual é o problema nisso, se não for um choro patológico?

Sempre quis muito manter amamentação exclusiva até os seis meses completos. E aprendi que a livre demanda é deixar o bebê sempre satisfeito e feliz. Muitos estudos mostram que, além dos benefícios físicos (nutrientes adequados, imunidade) a amamentação traz imensos benefícios emocionais e psíquicos. Ainda estamos no meio do caminho aqui e, por diversas razões, provavelmente eu terei que fazer a introdução de alimentos um pouco antes dos seis meses porém, estou decidida a viver a amamentação prolongada com o meu pequeno até o momento que julgarmos benéfico para os dois. Também sabemos que a amamentação prolongada continua dando imunidade à criança, que ela tem através do leite materno um alto percentual dos nutrientes necessários em sua dieta diária e é um contato que somente fortalecerá o vínculo e a certeza que a criança tem de que é cuidada e amada. Acho incômodo a facilidade que o mundo hoje ainda tem em não enxergar isso e desrespeitar quem  zela por sua criança desse modo.

Descobri como é delicioso acordar ao lado do meu bebezinho e melhor ainda, é agora ser acordada por ele, com aqueles dedinhos gordinhos tentando abrir meus olhos pela manhã e me dando um baita sorriso com seus "dentinhos de gengiva" quando eu ainda estou bêbada de sono e só abri o olho um pouquinho. No começo estávamos muito rígidos quanto à esse compartilhamento de cama, mas hoje meu marido tem o maior prazer de aconchegar nosso bebezinho conosco. Meu pequeno já é bem espaçosinho e, quando "vamos mamar" deitados ele gosta de colocar suas pernas em cima das minhas e segurar minha mão. Quando estamos todos juntos, meu  marido pode participar ativamente deste momento segurando as mãos do bebê e deixando que o pequeno apoie suas perninhas nele. Nada é mais delicioso !

Abracei com muita vontade também o uso do sling ! Assim nós podemos passear pra lá e pra cá com o meu pequeno sempre feliz e seguro perto da mamãe e até o papai se arrisca.

Também sou muito a favor do desenvolvimento da criança à partir da real interação dela com o mundo. Faço todo o possível pra entretê-lo com brincadeiras e brinquedos. Acho que a televisão ainda pode esperar e não acredito que o poder de qualquer ave com pequenas manchas no corpo seja maior do que o poder de uma mãe e  um pai interagindo e auxiliando seu bebezinho a desenvolver-se. Tudo tem seu tempo.

Aqui em casa tem muitos sorrisos, abraços, beijinhos e, se precisamos falar sério, falamos com muito amor na voz e no olhar. Tem muitas brincadeiras, musiquinhas ao vivo, historinhas e oraçãozinha com o bebê. Ouço muito e vou repetir aqui: ninguém fica mimado, malcriado ou mau caráter por ter bastante amor !

Todas minhas atitudes, assim como todas as boas mães, são visando uma criação cheia de amor, onde consigamos ensinar respeito, hierarquia e disciplina em um lar com muito amor, cuidado, atenção e respeito ao bebê e suas necessidades que para nós são tão pequenininhas mas, para ele, é tudo o que há de conhecido.

Hoje eu sei falar um pouco de bebezinhos. Bebezinhos bem pequenos. E, como eu gosto de enfatizar, cada um tem o direito de acreditar e praticar aquilo que mais combina com seu modo de vida. Não sei como será com a próxima fase da infância do meu filho, mas eu espero continuar aprendendo, inovando o que há em mim no intuito de fazer o melhor por ele.  Borboletas sempre são mais bonitas e mais úteis que lagartas. Amanhã pode ser que uma nova borboleta queira nascer.

E se você quer saber e ver mais sobre Criar com Apego, pode fazer uma busca rápida na internet e vai achar muita coisa legal. Inclusive no http://www.cientistaqueviroumae.com.br/ que foi quem organizou na data de hoje a blogagem coletiva sobre o tema. O que eu escrevi hoje é apenas um pouquinho do universo que bate à nossa porta e à porta dessa nova geraçãozinha que vem chegando por aqui.